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Irmãs
Servas de Maria Imaculada – mulheres comprometidas com
a realidade do mundo – que professam o seu SIM generoso
a Cristo e a Sua Messe, para servir ao povo, a exemplo de
Maria, Serva do Senhor.
Surgiram
em meio à necessidade de libertar o seu povo ucraniano
de uma realidade de degredo moral e espiritual, quando o jovem
missionário basiliano, Pe. Jeremias Lomnytski, aliás,
fundador da Congregação, percebendo, com a luz
do Espírito Santo, a situação em que
se encontrava seu rebanho, dizia:
“Onde
houver um coração humano, há necessidade
de trabalho em prol dele; e isto é trabalho para as
Servas de Maria “ |
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| Pe.
Jeremias Lomnytski |
Site
da Congregação: http://www.irmasmi.com.br
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O
Carisma: “Servir onde há maior
necessidade; com Alegria, na Simplicidade e no Amor Fraterno”
orienta o trabalho das Servas de Maria, para cuja Missão
consagram-se na Educação, Cuidado com
os Enfermos – em Hospitais, Amparo
a Idosos e Órfãos e o Zelo para com a Casa do
Senhor (igrejas).
O Lema que
norteia a ação da Congregação
é o tríplice ideal de “Glória a
Deus, Louvor a Maria e a nós – Paz!”
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Educação
AIVM
A
Educação nas Escolas e Colégios SMI fundamenta-se
em princípios herdados de sua Fundadora, Bem-aventurada Josafata,
com a finalidade de “Educar para a comunidade”.
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| Em
todos os lugares onde houve necessidade, elas souberam encarnar,
na sua vida e no apostolado, a riqueza de sua espiritualidade e
de seu patrimônio cultural. Pelas mãos e corações
dessas mulheres consagradas, Deus verdadeiramente visitava seu povo,
“saciando de bens os famintos”, conduzindo-os pelo caminho
da paz.
Antes
que as Irmãs Servas fossem fundadas, a Ordem Basiliana, com
seus ramos masculino e feminino, era a única instituição
de vida religiosa a existir na Ucrânia.............. A
Ordem dos Padres Basilianos sofreu, a partir de 1882, uma reforma
em sua estrutura interna, o que veio a lhe trazer nova vida e um
renovado fervor missionário. Já
para as monjas basilianas, uma reforma semelhante só veio
a ocorrer no século seguinte. Os religiosos basilianos reformados
não puderam, portanto, contar de início, com nenhuma
instituição que os ajudasse no apostolado e na missão
de renovação espiritual do povo ucraniano.
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Ir.
Josafata Hordaschevska |
Em
maio de 1891, os basilianos pregavam missões na aldeia
de Jujel, quando um grupo de moças manifestou o desejo
de ingressar na vida religiosa. À jovem Miquelina Hordaschevska
foi dada a missão de iniciar a Congregação
das Irmãs Servas de Maria Imaculada. Após alguns
dias de oração, a jovem Miquelina, que contava
com 22 anos, abraçou com coragem e confiança
a sua nova vocação.
Aos
24 de agosto de 1892, Miquelina vestiu-se com o hábito
azul que confeccionara e durante o ato de vestição,
que teve lugar na Igreja de Santo Onofre, em Lviv, ela escolheu
o santo mártir ucraniano Josafá como patrono
e protetor nas dificuldades e sofrimentos que viria a enfrentar
no futuro.
No
dia 27 de agosto de 1892, festa da Assunção
de Nossa Senhora, a igreja de Zhuzhel se apinhava de paroquianos
e visitantes das localidades vizinhas que desejavam estar
presentes no ato de fundação da nova Congregação.
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Após
a recepção formal, Irmã Josafata e as
postulantes foram conduzidas em solene procissão à
sua humilde e despojada casa: quatro quartos, teto de palha,
piso de argila batida.
Em
26 de dezembro de 1902, Irmã Josafata foi eleita primeira
Superiora Maior. No dia 7 de abril de 1919, as Irmãs
davam o último adeus à Irmã Josafata,
sua amada fundadora. Ao morrer na casa do Noviciado de Krystynopil,
ela prometeu rezar por toda a Congregação e
cada uma das Irmãs. A promessa feita pela fundadora
em seu leito de morte trazia força e esperança
às Irmãs quando estas sentiam-se temerosas ao
enfrentar novas dificuldades.
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Pe.
Cirilo Celesky |
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A
ação Educativa da Associação da Imaculada
Virgem Maria é sustentada em fortes pilares de ancestrais
da Congregação.
O primeiro e maior
sustentáculo é sempre a Fundadora. Alma generosa,
que embora tivesse vivido há mais de 100 anos, cultivou e
nos transmitiu mística e ética para a vivência
da realidade sempre atual.
A bem-aventurada Josafata, mesmo diplomada em Enfermagem pela Escola
Polonesa, entendeu e acatou a luz do Espírito Santo em todos
os traços do Carisma – Servir ao seu povo em todas
as áreas de necessidade.
O
seu coração materno para os necessitados e o seu senso
cristão prático levam-na a iniciar o Trabalho Educacional
na Congregação logo cedo, em apenas nove meses de
existência.
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A
Herança Pedagógica de Josafata:
Fé
na Providência Divina – iniciou
a Congregação sem nenhum conforto material,
pois acreditava que o Senhor e sua mãe Maria providenciariam
o necessário para suas Servas.
Ousadia e coragem
– improvisou o primeiro Jardim de Infância ucraniano,
em maio de 1893, em um aprisco da Congregação,
Jujel.
Caridade para com os mais pobres
– pensando nos filhos de lavradores é que fundou
o Jardim de Infância.
Aperfeiçoamento dos doentes
– enviava suas filhas espirituais para cursos e exigia
que todas estudassem e se aperfeiçoasse em seu trabalho.
Fiel ao seu próprio lema:
“Devemos ir lá, onde há maior necessidade”,
Ir. Josafata atende ao pedido da imigração ucraniana
no Brasil, enviando sete Irmãs Servas para a missão
com o seu povo. Que além de toda a privação
do conforto material, achava-se também em extrema pobreza
espiritual.
As sete missionárias
chegam a terra desconhecida com o espírito apostólico,
que hauriram de sua Fundadora e dedicam-se com todo ardor
aos seus irmãos necessitados e sofredores, sendo uma
“Luz, viva do evangelho”, no trabalho com os doentes,
na educação e no zelo pela Casa de Deus.
Entre
as sete destacou-se a nossa Ir.
Anatólia Tecla Bodnar, “o anjo dos
pobres” e embora não tivesse trabalhado na escola,
deixou-nos a indelével herança pedagógica
no seu modo de dedicar-se aos mais necessitados.
Ir. Anatólia pode ser considerada a Mestra da Fidelidade.
Conforme (I Cor 13), “só é fiel aquele
que ama”, portanto ela é Mestra do Amor, da verdadeira
caridade. “ Ninguém tem maior amor do que aquele
que dá a sua vida pelos amigos”. (Jô. 15,13)
e ela soube doar sua vida plenamente, cada momento de sua
existência, ao serviço dos irmãos.
“Alma
de oração” – estes termos caracterizam
com perfeição a pessoa da Irmã Anatólia,
que rezava sem cessar. Suas múltiplas obras de caridade
eram permeadas pela oração, como terna expressão
de quem ama e sente-se amado pelo Senhor.
Na sua fé e caridade, na sua simplicidade e modéstia,
na sua humildade e confiança, na sua abnegação,
paciência e entrega total para o bem do próximo,
vem dizer a nós, que vivemos neste mundo agitado, que
a vida só tem sentido se for vivida na projeção
para Deus e para os irmãos necessitados.
Eis, portanto, o maior exemplo a ser seguido por todos aqueles
que trabalham nas obras da Associação Imaculada
Virgem Maria, e em especial, aos que se dedicam para a formação
dos corações de nossos educandos.
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